Orquestra Sinfônica apresenta concerto dedicado à obra de Richard Strauss no Teatro Universitário. Ingressos à venda

28/09/2026 - 16:41  •  Atualizado 28/09/2026 17:30
Texto: Com informações da Secretaria de Cultura da Ufes     Edição: Thereza Marinho
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Cartaz de divulgação do evento

O Teatro Universitário recebe a Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (Oses) nos dias 30 de setembro e 1º de outubro para um concerto inteiramente dedicado ao compositor alemão Richard Strauss, um dos grandes nomes da música sinfônica e vocal. As apresentações têm regência do maestro Helder Trefzger e participação da soprano Ludmilla Bauerfeldt, reconhecida por sua atuação nos principais palcos líricos do Brasil e em teatros e festivais internacionais.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Universitário (de terça à sexta, das 14 às 19 horas) e pelo site Meu Bilhete.

Integrando a programação das séries Pré-Estreia e Concertos Sinfônicos, o espetáculo reúne duas obras marcantes e de naturezas distintas: Quatro Últimas Canções, uma das últimas composições de Strauss, e o poema sinfônico Assim falou Zaratustra, Op. 30, inspirado livremente na obra filosófica homônima de Friedrich Nietzsche.

Nascido em 1864 e morto em 1949, Strauss compôs as Quatro Últimas Canções em 1948. São canções de despedida – da vida, da arte e de um mundo que se foi. Na obra, o compositor se despede com melancolia, mas não com tragédia. Trata-se de uma música impregnada de sensualidade e nostalgia, entrelaçando de forma sutil texturas vocais e instrumentais. As três primeiras canções têm textos do poeta e romancista suíço, de origem alemã, Hermann Hesse. Já Im Abendrot é do poeta alemão Joseph Eichendorff. 

Escrito em 1886, o poema sinfônico Assim falou Zaratustra, Op. 30 é composto por uma introdução e oito partes encadeadas, cada uma assinalada por um subtítulo tomado da obra de Nietzsche.

Solista

Detentora de vários prêmios nacionais e internacionais de canto, Ludmilla Bauerfeldt se formou na Academia do Teatro Alla Scala, na Itália, onde protagonizou as produções Don Pasquale (Donizetti) e La Scala di Seta (Rossini). A musicista vem desenvolvendo carreira como solista em concertos e festivais na Itália, Suíça, Rússia e Alemanha. 

Presença frequente nas principais casas de ópera no Brasil, seus últimos trabalhos incluem a estreia brasileira de Orphée, de Phillip Glass, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro; a premiére mundial dos Translieder, de Flô Menezes e a 8ª Sinfonia de Mahler, ambas junto à Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo; além da aclamada montagem de L’italliana in Algeri, de Rossini, no Theatro São Pedro, em São Paulo.

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